9 de abril de 2008

Eu tava triste, tristinho...

Hoje eu tô assim... parecendo com a música de Cazuza: "(...) eu ando tão down". Sei lá, acho que as pessoas têm se comportado de forma tão estranha. Na minha vida tem aparecido tanta gente interesseira e interessada. Coisa chata. Dá vontade de mandar pro inferno, mas para alguns, isso é até pouco! E como agora eu sou uma lady, não faço mais isso.

Vou descarregar com uma música, afinal os compositores são seres iluminados... pensam por nós! Vou aproveitar e colocar aqui para ouvir.
Marcelo D2 - Qual é?


Ih, eu tenho algo a dizer, pra explicar pra você
Mas não garanto porém que engraçado eu serei dessa vez
Para os parceiros daqui, para os parceiros de lá
Se você se porta como um homem um homem

Será que você mantém a conduta?
Será que segue firme e forte na luta?
Aonde os caminhos da vida vão te levar
Se você agüenta ou não, o que será? Será?

Mas sem esse caô de que ta ruim, não dá
Isso eu já vi, vivi, venci. Deixa pra lá!
Ta ruim pra você, também ta ruim pra mim
Ta ruim pra todo mundo o jogo é assim

Sem sorte no jogo, feliz no amor
Quem nasceu pra malandragem não quer ser doutor
Há 500 anos essa banca manda a vera
Abaixou a cabeça já era!
Então diz

Essa onda que tu tira qual é? Essa marra que tu tem qual é?
Tira onda com ninguém qual é? Qual é neguinho? Qual é?

Então vem, devagar no miudinho
Então vem, chega devagar no sapatinho
Malandro que sou não vou vacilar
Sou o que sou e ninguém vai me mudar
Porque eu tenho um escudo contra o vacilão

Papel e caneta e um mic. na minha mão·
E são isso é que é preciso: Coragem e humildade
Atitude certa na hora da verdade
E o que você precisa para evoluir
Me diz o que você precisa pra sair daí

O samba é o som e o Brasil é o lugar
O incomodado que se mude, eu to aqui pra incomodar
Ô de que lado você samba? você samba de que lado?
Na hora que o coro come é melhor ta preparado
E lembrando o Chico comecei a pensar, que eu me organizando posso desorganizar

Amar como ama um black, brother
Falar como fala um black, brother
Andar como anda um black, brother
Usar sempre o complemento black, brother

Quantas vezes já cheguei no fim da festa?!
Quantas vezes o bagaço da laranja é o que resta?!
Não me dou por vencido, vejo a luz no fim do túnel
A corrente ta cerrada, como meus punhos
Vai dizer que você é um perdedor?
Daqueles que quando sua família precisa se dá no pé?
Vai dizer que você prefere o ódio ou amor?
Então me diz neguinho...Qual é?

8 de abril de 2008

Adivinhe!?!

Ontem eu estava cm marido assistindo TV num momento raro e a gente viu Richard... Esse cara é um exagerado. Nem sei o que ele é, acho que é zoologo, botânico, biólogo, sei lá! Só sei que qualquer bicho para ele é "maravilhoso", "impressionante", "Olha só isso?!".
Nunca vou esquecer dele descrevendo uma formiga daquelas que a avó da gente diz que dá febre, frio e dor de cabeça! Era mais ou menos assim:"Olha, olha, olha olha.... olha só essa formiga! Que coisa incrível. Esse bicho é impressionante!!!" E eu lá... olhando para a tal formiga tentando ver o que tinha de tão maravilhoso nela. Eu hein?! Na casa de meus pais tem tanta formiga... quem sabe um dia eu não faço um estudo sobre elas!
Sim, mas voltando ao assunto... eu estava vendo Richard quando de repente apareceu duas tarântulas brigando para comer um ratinho! A cena das duas "aranhas" brigando me fez lembrar de uma pessoa... que está sempre aqui fuçando meu blog. Até liguei para essa pessoa, mas as aranhas já tinham parado de brigar!!
:-)

23 de março de 2008

Feliz Páscoa!


Ai ai.... pena que eu não gosto de chocolate, senão, há uma altura dessas estaria uma baleia assassina! Desta vez, fizemos uma viagem família... faltou Fraldo e a digníssima. Fomos para a terra da comida boa e farta! Gramado.... hummmmm!!!
:-D
Passeio excelente, apesar do repeteco. Só que repetir coisa boa é sempre válido! O lugar é maravilhoso. logo quando se chega a primeira visão é das hortênsias. Perfeito!



Depois vem tudo de bom: pórticos, casinhas alemãs, casinhas italianas, propriedades rurais, neblina e meu amigo "friozinho gostoso" que sempre me acompanha!
;-)
Só a visão descreve! As palavras não são suficientes... Deus me dê sempre a chance de ver, e ver muitas coisas lindas desse mundo, porque só os olhos são capazes de ver e nunca mais esquecer! Até as fotos as vezes falham na descrição: elas não têm cheiro, não têm sabor, não têm emoções.... mas já vale, né?
Na foto eu tô na versão preto azulado!!

17 de março de 2008

Sem palavras...

Engraçado como existem pessoas que nos deixam completamente sem ação, sem palavras, com aquela sensação de que as mãos estão sobrando e que a gente precisa colocá-las em algum lugar longe dos olhares alheios.

Ser amigo de alguém é um dos melhores presentes que você pode dar.

E ontem... duas pessoas lindas me deixaram sem palavras, sem ação, sem noção. Só comecei a digerir a história hoje!

Fraveu e Léa... MUITO OBRIGADA pelo carinho!

Espero sempre retribuir a altura.... e que venha 2009. Quem sabe eu não gero um executável, né para fazer deste ano um ano ainda mais iluminado???
:-)

15 de março de 2008

Versão Preto azulado!

Como uma boa geminiana detesto repeteco. Por isso resolvi apostar numa nova versão: preto azulado! E quem quiser conhecer vai ter que ver. Na verdade ver não vai ser difícil... difícil mesmo vai ser notar a diferença!
rs!
Mas tah massa... pelo menos foi o que eu escutei!

5 de março de 2008

Boas lembranças...

Ai ai.... Essa "modinha", como diz meu pai me traz ótimas lembranças...
ô época gostosa!
Para quem quiser escutar, viu Fraveu? :-)
(Anônimo)

Marido se alevanta e vai armá um mundé
Prá pegá u’a paca gorda prá nois fazê um sarapaté
Aruera é pau pesado num é minha véa
Cai e machuca meu pé e ai d’eu sodade

Intonce marido se alevanta e vai na casa da tua vó
Buscá a ispingarda dela procê caçá um mocó
Só que no lajedo tem cobra brabra num é minha véa
Me morde e fica pió e ai d’eu sodade

Marido se alevanta e vai caçá u’a siriema
Nois come a carne dela e faiz u’a bassora das pena
Quem me dera tá agora num é minha véa
Nos braço d’uma roxa morena e ai d’eu sodade

Sujeito se alevanta e vai na casa do venderão
Comprá u’a carne gorda prá nois cumê um pirão
É que eu num tenho mais dinhero num é minha véa
Fiado num compro não e ai d’eu sodade

Marido se alevanta e vai na venda do venderin
Comprar déis metro de chita prá fazê ropa pros nossos fiin
Aí dent’o tem um cochão véi num é minha véa
Dismancha e faiz u’as carça prá mim e ai d’eu sodade

Disgramado te alevanta dexa di cê priguiçoso
O home qui num trabaia num pode cumê gostoso
É que trabaiá é muito bom num é minha véa
Mais é um poco arriscoso e ai d’eu sodade

Marido se alevanta e vem tomá um mingau
Qui é prá criá sustança prá nois fazê um calamengau
Brincadera de manhã cedo num é minha véa
Arrisca quebrá o pau e ai d’eu sodade

Marido seu disgraçado tu ai de morrê,
Cachorro ai de ti latie urubú ai de ti cumê
E eu sobesse disso tudo num é minha véa
Eu num casava cum ocê e ai d’eu sodade

1 de março de 2008

Meu nome é OJUARA!

Um dia desses estava assistindo a um filme: "O homem que desafiou o Diabo". O filme é bom, engraçado e Marcos Palmeira está em plena forma artística. Ojuara é o protagonista, uma pessoa que diz não ter medo de nada!Ai quem me dera!No filme duas frases desse personagem fizeram com que me identificasse com ele.

A primeira delas era: "Não grude não! Não grude não!". Ele sempre dizia isso quando alguém ficava querendo abraçar muito ele!:-)Nada pessoal, eu adoro abraço. Mas tem gente que é sem noção... Gruda mesmo! Aí eu tô fora!

A segunda frase dele era que ele odiava qualquer tipo de injustiça. Essa batia forte toda vez que ele falava. Eu sou assim, e ultimamente, no meu mitiê, tenho visto tanta injustiça.

"Farinha pouca, meu pirão primeiro. Se a cama é estreita, meu lugar é no meio!"

As pessoas não dividem nada. Sempre olhando para o umbigo. Como é que uma sociedade tão mesquinha pode evoluir? NUNCA! Sei que essas pessoas vão carregar o quinhão delas. "AQUI SE FAZ, AQUI SE PAGA"
A gente não se pica daqui enquanto não acertar as contas... Isso eles deveriam lembrar!
procuro fazer minha parte. No meu trabalho, na minha família (quando dá). Acho que realmente a gente precisa de mais sinceridade, de mais amor. Parece piegas, não sei! Só sei que é utópico!

Quem sabe, não é? Enquanto há vida, há esperança!